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janeiro 03, 2005

Parte II

Ali estava ele, a olhar para tudo, anão ver nada, a descobrir o vazio que nele gerva, que nele tentava ocupar um espaço crucial da sua vida... a felicidade!
Será que alguma vez a iria alcançar?
Até aquele momento não via nada a modificar, tudo parecia incerto, tão inseguro, nada parecia real, tudo parecia longinquo e indefinido...serão estas as palavras certas para descrever o seu estado de espirito?!
Não sei, talvez sejam, ou talvez ele não lutasse o suficiente e tentava refugiar-se nas palavras secas e frias que pensav, que dizia, mas que em tudo transmitiam angustia e desespero, (serà que eu tinha pena dele?), ou talvez o que mais queria era chamar à atenção...
Mas havia algo que o fazia sentir vivo e com vontade de viver: a esperança! Os ideais que a todos pareciam utopicos, eram para ele objectivos de vida.
A familia "rejeitava - o", porque não o entendia, as paredes que sustntavam a sua casa estavam a desmoronar e tudo ficava e nada tinha, tudo queria e inguém dava, todos sofriam, deixavam sofrer e fazima sofrer... porque? não sei, o ser humano é um "bicho" estranho.
O que se pode fazer para mudar? eu ão sei, ele também não "todos têm que mudar a seu belo prazer e não ao prazer dos outros".
"Quero ter quem amo, quero que me queiram a mim" - dizia ele e continuou :" não anseio muito mais do que isso, não temo a morte, sonho com um mundo longe e perfeito, mas eles não me entendem, talvez eu não os deixe entender, mas a verdade é que nunca ninguém o tentou descobrir!"

Eu ouvi,até lhe dei razão, mas não consegui descobrir o mundo de longe e perfeito que ele falava...acho que era o sonho dele, mas que não era parilhado por mais ´ninguém...

Publicado por impressaodigital às janeiro 3, 2005 04:57 PM

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Comentários

acabas por n explicitar do que ele fala, mas os grandes romances não aceites pelas famílias em relação aos rapazes ( tirando a velha barreira racial com pessoas de pele escura) são os romances que envolvem... outros rapazes. Ai ai ai... e cada vez há mais. Daqui a poucos anos poucos vão ser os heteros que poderão dizer sem estar a mentir "nessa coisa nunca chupei" ou então "dessa coisa n levo".
Aliás, é com agradável surpresa que constanto que há adolescentes no Porto e em Lisboa que conseguem assumirem-se diante dos pais pouco depois de se assumirem diante de si próprios e dos seus amigos mais próximos, e isto faz com que tenham vidas sentimentais muito mais equilibradas, sem as maluqueiras associadas ao frenesim moral que é ser mas ao mesmo tempo sentir-se que não se devia ser e que se está a ser uam desilusão pra todo o mundo. Quanto a mim, traseiros onde me agarrar... só mesmo de mulheres!!!!!!!!!

hug ppl

Publicado por: noiseformind em janeiro 3, 2005 09:23 PM

...

Publicado por: lima em janeiro 4, 2005 09:58 AM

Sabe... pode parecer batido o que eu vou dizer...
Mas a felicidade é algo que só encontramos quando encontramos a nós mesmos...
Coisa cada vez mais difícil nesse mundo...
(algum dia foi fácil?)

Encontre-se a si próprio...
Essa é a única saída...

Publicado por: Du em janeiro 4, 2005 09:12 PM

Os velhos preconceitos na nova sociedade, tb se os velhos acabam, logo aparecem os novos...

Por muito que a nossa sociedade evolua vai haver sempre preconceitos.

Beijos.

Publicado por: mauro_mars em janeiro 6, 2005 12:24 AM

Hey menina! Volta! :) Beijinho!

Publicado por: lima em janeiro 6, 2005 11:28 AM

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Publicado por: mother incest em janeiro 29, 2005 11:58 AM

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